Arquivo Mensal: Abril 2008

Silverlight

É de mim, ou daqui a pouco, para vermos uma página de um site da Micro$oft, vamos ser obrigados a instalar o Silverlight? Pelo menos, nas últimas vezes que por lá tenho passado, acaba sempre por me aparecer uma mensagem a pedir para instalá-lo.

Com todas as potencialidades que o AJAX nos oferece, cada vez percebo menos a necessidade de Silverlights e Flashs, mas pronto…

Time Machine

Continuando a série de posts sobre o Leopard (que instalei recentemente), desta vez venho fazer algumas observações sobre a Time Machine.

É sem dúvida uma das novidades de destaque desta nova versão do Mac OS X, e é notável a forma como a Apple consegue pôr qualquer leigo em informática a manter um histórico de backups bem planeado, sem qualquer dificuldade (se bem que uma Time Capsule dava jeito para não ter que se andar sempre a ligar o disco externo).

Depois, a interface de navegação nos backups também me parece bem conseguida, sendo bastante intuitiva, e tendo um aspecto bastante agradável. Pois… mas mais uma vez, este agradável é muito bonito para quem tiver uma boa máquina. Não sei se existe alguma opção para simplificar a interface, tornado o mecanismo mais usável, eu pelo menos ainda não vi nada, e sem ela, tentar recuperar um ficheiro usando a Time Machine, é uma valente dor de cabeça.

PS: Presumo que nas máquinas mais recentes este problema não se levante, pois se assim não for, parece-me uma falha grave da Apple.

Novidades

Como devem ter reparado, o blog sofreu algumas alterações nos últimos dias. Depois de actualizar o software para a última versão (2.5), aproveitei para arranjar um novo tema.

O novo tema do blog é baseado no Green Grapes, no qual fiz algumas alterações, para além de o ter traduzido para português. Quando tiver mais algum tempo livre, vou tentar fazer um da raiz…

Aproveito também para dar os parabéns à equipa da WordPress pelo excelente trabalho feito, pois esta última versão está 5* (não que as anteriores fossem más). E já agora, à equipa que trata da tradução para português (WordPress-PT).

Agora os pontos negativos

Como referi no post anterior, instalei recentemente o Leopard no meu portátil.

Depois de uma primeira impressão bastante positiva, ao fim de alguns dias de utilização, começo a ficar um pouco desiludido. Não pelas novas funcionalidades (onde tenho também tenho algumas críticas a fazer, mas que ficam para outro dia), mas sobretudo pela falta de estabilidade.

Nestes 5 dias de utilização do Leopard, acho que tive mais problemas do que em 2 anos de utilização do Tiger. É verdade que o sistema é recente, mas mesmo assim, quando comecei a usar o Tiger este também ainda tinha poucos meses, e não foi por isso que deixou de ser um SO extremamente estável.

Mais uma vez, esperava um pouco mais… Vamos lá esperar pela próxima actualização a ver como ficam as coisas, se calhar o problema é estar mal habituado 🙂

Leopard

Ontem (e hoje…) lá consegui arranjar algum tempo para instalar o Leopard, e depois de uma horas largas de volta de backups, instalação de software, actualizações, configurações, a compilar programas, etc., já está quase tudo a voltar ao normal.

Para já, o único inconveniente a referir, parece ser o facto do Leopard ser um pouco mais pesado do que o Tiger (e o meu velhinho PowerBook G4, já se começa a queixar). De resto, gostei bastante do Spaces, o TimeMachine também parece funcionar bem, e outras aplicações, como o Finder, o Spotlight, o Mail, o iCal, o Preview, ou mesmo o Terminal (restringindo-me às aplicações que uso regularmente), trazem algumas pequenas novas funcionalidades que dão bastante jeito. No geral, parece-me que valeu bem os 65€ que paguei por ele.

Mac OS X Leopard Screenshot

OOXML aprovado como standard ISO

Ao que parece, os membros da ISO aprovaram o OOXML, apesar dos problemas que este apresenta. Mas sendo um formato da MicroSoft, outra coisa não era de esperar… Tudo valia para que o formato fosse aprovado!

Deixo aqui um link com alguns acontecimentos que envolveram este processo: http://noooxml.wikidot.com/irregularities

Fica a questão: será que ser um standard ISO ainda é sinónimo de qualidade?